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	<title>aniversário &#8211; Banda Democrática 2 de Janeiro | BD2J.pt</title>
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	<title>aniversário &#8211; Banda Democrática 2 de Janeiro | BD2J.pt</title>
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		<title>107º aniversário da BD2J</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 11:42:52 +0000</pubDate>
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<p><strong>Dia 2 de janeiro de 2021 comemora-se o 107º aniversário da Banda Democrática.</strong></p>
<p>A Banda Democrática 2 de janeiro mergulha as suas raízes no tecido social e cultural que deu origem ao Montijo de hoje: cidade popular e cosmopolita, entre a tradição e a inovação, cidade <em>nossa </em>onde se encontram e cruzam os caminhos do mundo.</p>
<p>Por ocasião da celebração da vitória do Partido Republicano nas eleições municipais, em 1912, a ‘Banda Filarmónica 1º de Dezembro’, de inspiração monárquica, rejeitou o convite para abrilhantar a cerimónia. Tal situação levou à dissidência de alguns músicos, que se uniram a músicos da ‘Academia Musical União e Trabalho’ (Sarilhos Grandes), da qual resultou oficialmente a ‘Banda Democrática 2 de Janeiro’ (1914). Da Filarmónica fizeram parte muitos músicos de origens populares (hoje diríamos ‘socialmente desfavorecidos’), que encontraram na coletividade as condições para a sua educação, não só musical, mas também social e política, em sentido amplo. No início da década de 70 a Filarmónica extinguiu-se, mas a coletividade, que, entretanto, diversificara o seu campo de intervenção, manteve-se.</p>
<p>A ‘Banda’, como carinhosamente lhe chamamos, teve momentos conturbados que quase levaram à sua extinção, nomeadamente, atravessando todo o Estado Novo, ideológica e socialmente contrário aos seus princípios democráticos. Porém, tem sabido adaptar-se às exigências do associacionismo atual, mantendo a sua pedagógica, através da qual muitos jovens completam a sua educação cultural e desportiva.</p>
<p>Muito há, pois, para festejar neste novo aniversário. Porém, este ano, pelas razões da ‘nova normalidade’ derivada da pandemia de Covid-19, as cerimónias presenciais, pela primeira vez, não se realizarão. Não se realizará a sessão solene, mas mantemo-nos, enquanto associação de inspiração democrática e popular, <em>solenemente</em> ligados através do espírito de solidariedade e comunhão.</p>
<p>Muitos parabéns à Banda, a todos os sócios e à comunidade!</p>
<p><strong>Maria Fernanda Fernandes</strong><br />
Presidente da Mesa da Assembleia Geral</p>
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		<title>Um peso histórico para o Montijo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin_fotoarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2020 11:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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			<p>
<span class="mkdf-dropcaps mkdf-normal" style="color: #ff3154">
	C</span>om 106 anos de história, associação sobrevive por acompanhar “as necessidades demonstradas pela população do concelho”</p>
<p>Corria o ano de 1912 quando uma comissão de republicanos na vila de Aldeia Galega do Ribatejo, hoje cidade do Montijo, tomou a decisão de organizar o Centro Republicano Democrático e aderir ao Partido Republicano Democrático, partido este que viria a ganhar as eleições municipais em Novembro do ano seguinte. Para comemorar esta vitória foi organizada uma cerimónia, na qual foi pedido à Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro para actuar. A resposta acabou por ser negativa pois a colectividade “era ligada à monarquia”. Descontentes, muitos dos seus músicos acabaram por se demitir e, em conjunto com “músicos da Academia Musical União e Trabalho”, formaram oficialmente no dia 2 de Janeiro de 1914 a Banda Democrática de Aldegalega, posteriormente apelidada de Banda Democrática 2 de Janeiro. No início, a banda contava com “vinte e sete elementos, sem instrumental próprio nem fardamento”, actuando na Praça 1.º de Maio, local onde foi construído em 1915 o primeiro coreto para o propósito, substituído em 1919, e em 1923, e transferido anos mais tarde para a Praça Gomes Freire de Andrade, local onde foi demolido devido “à construção do Mercado Municipal”.</p>

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        		            <p class="mkdf-iwt-text" >A Banda sob a regência do maestro Homero Ribeiro Apolinário.</p>
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			<p>Ao fim de quase uma década, a extinção do Centro Republicano Democrático de Aldegalega, “devido a uma penhora de bens”, deu à banda o impulso que necessitava “para que de mera banda se viesse a transformar numa associação, apropriando-se dos bens e da sede do Centro Democrático”. Neste mesmo ano “iniciava um novo percurso, que a afastou de uma prática política radical e a conduziu à construção de uma imagem de colectividade”, mas, para o presidente da associação, António Ramos, esta sempre manteve “um percurso marcado na política”.</p>
<p>Com o passar dos anos foi expandindo a sua oferta, “consoante as necessidades demonstradas pela população do concelho”, continuando a apostar sempre “na acção social e no apoio à comunidade”. Em 1970, a filarmónica acabou por se extinguir, mas para António Ramos “as suas raízes continuam bem vincadas”. “Actualmente não apostamos em ter banda filarmónica por ser demasiado caro, mas nunca prescindimos da música. Mantemos um grupo de jovens com música moderna e vamos, quando surge a oportunidade, formando músicos na orquestra juvenil”. Para além da música, a associação sempre se demonstrou muito ligada ao teatro, tendo formado ao longo dos anos diversos grupos. Também na cultura organiza actualmente sessões de poesia, leitura e exposições. “Dinamizamos, ainda, aulas karaté, basquetebol e dança”, revela António Ramos.</p>

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        		            <p class="mkdf-iwt-text" >A Banda sob a regência do maestro Amadeu de Moura Stoffel.</p>
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			<p>Para o presidente, “compete ao associativismo adaptar-se aos novos tempos. Hoje há um leque de escolhas perante uma comunidade maior. Tentam-se criar causas que mobilizem as pessoas e que faça sentido a existência da colectividade”. Com cerca de 800 associados, “as pessoas continuam ligadas à associação mais por amor e pelo coração do que por necessidade pois é no associativismo que se juntam, conversam e trocam ideias”. “A banda democrática faz parte da sociedade montijense. Este é um espaço que ainda lhes faz muita falta”. Para o futuro, prevê conseguir colmatar “as necessidades que a juventude do concelho demonstra ter”, com “a criação de um atelier de cultura e de artes e a organização de uma feira do livro”. “Queremos também continuar a desenvolver as actividades de enriquecimento curricular que mantemos com a autarquia, projecto que tem tido resultados de aprovação na ordem dos 90% em todos os critérios. Por este projecto já fazia sentido a banda existir”.</p>
<p>Colectividade ultrapassa fases conturbadas com sucesso</p>
<p>Com 106 anos de história, a Banda Democrática 2 de Janeiro passou por duas fases que quase levaram ao seu encerramento, ambas superadas com sucesso. A primeira surge em 1926, com “a transferência do coreto para a Praça Gomes Freire de Andrade”, com a justificação de que o espaço onde se encontrava, na Praça 1º de Maio, ser “tão pequeno e acanhado”, gastando no processo todas “as suas finanças”. A situação veio a agravar-se devido “à conjuntura política e económica determinada por um novo regime político”. Assim, “a associação passou a conviver, nas décadas de 30 e 40, com a palavra crise”, aceitando-se nas duas décadas seguintes “que o seu comportamento ambíguo foi a tábua que permitiu a sua sobrevivência”.</p>
<p>Por sua vez, mais recentemente, “a banda esteve quase para encerrar devido à última grande crise que avassalou Portugal”, apenas não o fazendo “com muita paciência e alguma ajuda”. “Poderia ter fechado portas, mas esta colectividade tem um património valioso e um peso histórico para o Montijo”, revela António Ramos, acrescentando que a associação que preside, em conjunto com as mais antigas do concelho, “lideram as movimentações do concelho com grande sucesso devido ao grande espírito de cooperação e união que mantêm entre si”.</p>
<p>Fonte: https://www.osetubalense.com/local/especial-165-anos/2020/08/11/banda-democratica-2-de-janeiro-a-colectividade-tem-um-patrimonio-valioso-e-um-peso-historico-para-o-montijo/?fbclid=IwAR3IOfvr-dPFBO8ZZxFzgaz502wYgO8X22DbTzwN0dNLtCkwalXcuKwp3NQ</p>

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		<title>Comemoração dos 106 anos de história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin_fotoarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 11:31:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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			<p>
<span class="mkdf-dropcaps mkdf-normal" style="color: #ff3154">
	A</span> Banda Democrática comemorou 106 anos de existência, no dia 2 de janeiro. Na sessão solene, na sede da coletividade, tomaram posse os membros da nova direção recentemente eleita e foram galardoados os sócios com 25 e 50 anos.</p>
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<p class="text-align-justify">A cerimónia contou com as intervenções de Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, do presidente da União das Freguesias do Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria, da presidente da Assembleia Geral da Banda, Maria Fernanda Fernandes e do presidente da respetiva direção, António Carlos Dias Ramos.</p>
<p class="text-align-justify">Maria Fernanda Fernandes realçou ser “uma honra ocupar esta função não só pelo significado que esta casa teve na defesa dos valores da democracia e da liberdade e o seu papel na comunidade o que por si só seria suficiente, mas também porque faz parte das minhas memórias de família, uma vez que o meu avô foi aqui músico.”</p>
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<p class="text-align-justify">O presidente da direção da Banda, António Carlos Ramos, fez um balanço do trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2019, realçando as inúmeras parcerias que a coletividade mantém com diversas associações do concelho: “Estou certo que se inicia um novo ciclo. Todos os que tomaram posse são pessoas da comunidade com percursos de áreas diferentes, mas notáveis, com experiência e, ao mesmo tempo, temos  gente jovem. Estou certo que vamos fazer mais e melhor”.</p>
<p class="text-align-justify">O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, encerrou as intervenções deixando uma palavra de estímulo à direção “(&#8230;) para que continuem este grande projeto e deem continuidade ao legado cultural e associativo que tanto nos orgulha.”</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://www.mun-montijo.pt/pages/814?news_id=3759">https://www.mun-montijo.pt/pages/814?news_id=3759</a></p>
</div>
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		<title>Banda Democrática 2 de Janeiro assinalou 105.º aniversário</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 11:44:36 +0000</pubDate>
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	A</span> Banda Democrática 2 de Janeiro assinalou o seu 105.º aniversário com uma sessão solene, no dia 2 de janeiro, na sede da coletividade, que contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, da presidente da Assembleia Municipal, Catarina Marcelino, sócios e convidados.</p>
<p>O evento iniciou-se com a atuação dos alunos da Escola de Música da Banda Democrática 2 de Janeiro, seguindo-se os discursos oficiais pautados pela importância da coletividade para a prática cultural e desportiva no Montijo.<br />
O presidente da direção da Banda, António Carlos Ramos, fez um balanço do vasto trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2018 e, igualmente, uma retrospetiva do percurso de dez anos à frente dos destinos desta “coletividade que há mais de um século está ao serviço da comunidade e do Montijo”, ressalvando, ainda, o apoio prestado pela câmara e pela junta de freguesia nos últimos seis anos.<br />
As memórias dos tempos de adolescência passados na Banda foram partilhadas pela presidente da Assembleia Municipal, Catarina Marcelino, que enalteceu o “trabalho extraordinário de toda a direção e a capacidade que a coletividade tem tido de realizar parcerias com outras associações em prol do Montijo”.<br />
Os discursos oficiais foram finalizados pelo presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, com o autarca a afirmar “o seu respeito e confiança em todos os montijenses que participam no movimento associativo, como é o caso dos que estão à frente da Banda e dão continuidade a este grande projeto de cultura e desporto”.<br />
Como habitualmente, a sessão solene contou com a entrega de diplomas aos sócios com 25 e 50 anos de associados.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=1003133">https://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=1003133</a></p>

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		<title>Há 100 anos, assim aconteceu</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2014 11:46:22 +0000</pubDate>
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			<p>
<span class="mkdf-dropcaps mkdf-normal" style="color: #ff3154">
	E</span>m 1912, uma comissão de republicanos decidiu organizar o Centro Republicano Democrático e aderir ao Partido Republicano Democrático. Por essa altura, constituiu-se também o Partido Evolucionista de Aldegalega, que tinha como figuras mais destacadas António Rodrigues Caleiro, Álvaro Tavares Mora e o Dr. César Fernandes Ventura, entre outros.Nas eleições municipais que se realizaram em Novembro de 1913, apresentaram-se a sufrágio o Partido Republicano Democrático, que reunia o apoio do operariado e de largo espectro da pequena burguesia empresarial e progressista, e uma lista unitária conservadora constituída pela aliança dos partidos Evolucionista e Unionista, e por eleitores monárquicos e independentes, que gozavam de forte influência na Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro.Ao vencer as eleições, o Partido Republicano Democrático, liderado pelo Dr. Manuel Paulino Gomes, apressou-se a preparar a cerimónia de posse da nova vereação. Nesse sentido, oficiou o Centro Republicano Democrático de Aldegalega à Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro solicitando a colaboração da sua banda, que seria justamente remunerada, para abrilhantar a cerimónia. A resposta foi negativa, porque não podia uma instituição fortemente apoiada por membros dos partidos Evolucionista e Unionista e alguns monárquicos participar nos festejos da vitória do adversário.A divisão política, que já se estabelecera em Aldegalega, estendeu-se, desta feita, às colectividades, demitindo-se muitos dos músicos da banda da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, apoiantes do Partido Democrático, em protesto pela decisão da direcção, criando-se uma situação embaraçosa para a instituição e para a própria filarmónica, que pôs em risco o seu futuro. A clivagem entre as duas associações transbordou para o seio pessoal alimentando uma aguerrida rivalidade que só foi ultrapassada nos nossos dias, subsistindo, ainda assim, algumas reminiscências que outra coisa não são do que a excepção que confirma a regra das boas relações cultivadas pelas duas colectividades.</p>

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			<p>«O acto político em perspectiva corria o risco de não ser devidamente realçado com a indispensável música, se não fora o facto de alguns filarmónicos da Sociedade [1º de Dezembro], mais simpatizantes e admiradores do Partido Democrático, resolverem atender o pedido do Centro.</p>
<p>Músicos de feição democrática havia-os, o que porém não existiam eram os instrumentos.</p>
<p>Tinha então a vizinha freguesia de Sarilhos Grandes a sua banda desorganizada e esta circunstância soluciona o caso: envidam-se esforços, trocam-se pedidos e gentilezas e, assim, o Centro obtém a cedência do instrumental. Manuel Cipriano Pio, Joaquim da Silva Mascarenhas e António Luiz Gouveia Júnior são os homens de confiança do Centro que vão buscar os instrumentos emprestados.</p>
<p>E de Sarilhos Grandes voltaram, trazendo em dois carros de tracção animal o ambicionado instrumental.</p>
<p>À roda deste incidente político avolumam-se discussões, azedam-se os ânimos, estimulam-se os caprichos e deste modo o referido Centro arranja mais de duas dezenas de executantes, uns sócios do Partido e outros elementos da outra Banda que não concordaram com a atitude desta, aderindo pois à nova causa.</p>
<p>Com regularidade e bastante concorrência começam os ensaios a 12 de Dezembro de 1913, sob a direcção do ensaiador da Filarmónica de Sarilhos, Senhor Eduardo Alvarez Blanco, até que chegou o dia da grande festa, que ficou gravada no coração de todos. Nesse mesmo dia ficou logo resolvido que fosse tornada efectiva a Banda, que um caso político organizara.</p>
<p>Jacinto Augusto Tavares Ramalho foi o entusiasta que generosamente ofereceu o primeiro instrumental à novel colectividade.»</p>

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        		            <p class="mkdf-iwt-text" >Sede actual da Banda Democrática 2 de Janeiro. O jornal de feição republicano, “O Domingo”, propriedade de Augusto Saloio, relatava assim a “inauguração da Banda Democrática”, na sua edição de 4 de Janeiro de 1914:</p>
            </div>
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			<p>«Pelas 13H00 de 2 de corrente, a Banda Democrática de Aldegalega, constituída por cidadãos republicanos e sinceros democrátas, teve a sua inauguração com o Ino Nacional tocado defronte do Centro Republicano Portuguez que se achava lindamente embandeirado, sendo n’essa ocasião lançadas ao ar bastantes girândolas de foguetes. D’ali a banda foi, acompanhada de muito povo, à estação dos caminhos de ferro esperar os ilustres deputados por este círculo, srs. Gastão Rodrigues, Luiz Derouet e Aníbal d’Azevedo, cumprimentando-os à chegada tocando a «Portugueza», ouvindo-se n’essa ocasião muitos vivas ao dr. Afonso Costa, aos deputados por este círculo e á República. A banda, em seguida aos cumprimentos, marchou com a «Portugueza» até ao Centro, sendo acompanhada por milhares de pessoas que entusiasticamente lhe davam vivas. Ás trez horas saiu novamente a cumprimentar a nova vereação dando em seguida uma volta pelas principaes ruas da vila, indo depois jantar ao Hotel República onde a alegre rapaziada trocou afetuosos brindes. Á noite foi novamente tocar defronte dos paços do concelho, cujo frontispício se conservava iluminado a electricidade percorrendo de novo algumas ruas da vila.»</p>
<p>A banda era então constituída por vinte e sete elementos e foi dirigida provisoriamente pelo maestro da Academia Musical União e Trabalho, Eduardo Alvarez Blanco.</p>
<p>Banda Democrática, claro! E poderia lá ter sido outro o nome? O Partido denominava-se Democrático e o Centro também. Se os progenitores eram Democráticos que outro apelido poderia ter a descendente senão Democrática?</p>
<p>Anos mais tarde, o Dr. Paulino Gomes recordava, deste modo, a sua fundação:</p>
<p>«Muitas pessoas não sabem nem podem calcular quanto representa em esforço, em boa vontade e em sacrifício a existência da Banda Democrática 2 de Janeiro. Banda Democrática é o seu verdadeiro nome; é o seu brasão. Filha do povo, para ele se fez e com ele se tem criado e progredido. Nasceu de uma simples conversa havida ali no antigo Centro Democrático, que serve hoje de residência particular e não habitual do Sr. Izidoro Maria de Oliveira e onde se travaram lutas espirituais de certo relevo.(&#8230;)Meia dúzia de rapazes destemidos e enérgicos prontificaram-se a constituir a Banda do Centro e para o Centro. Não havia dinheiro mas havia alma; não havia auxílios estranhos mas havia vontade. Tanto bastou(&#8230;).</p>
<p>Porque se intitula democrática e o é na verdade, há quem nutra pela distinta corporação um ódio por vezes oculto, mas que depressa é reconhecido. Pois aquela designação é o seu maior título de glória Democrática, porque não?»</p>
<p>A Banda Democrática 2 de Janeiro foi, como acabámos de ler, no seu alvor e na essência das suas funções, uma corporação cujos objectivos se confundiram com os do Centro Democrático e os do Partido Democrático. Sócios e dirigentes destas organizações viriam a corporizar também a Banda Democrática, como aconteceu com o Dr. Manuel Paulino Gomes, que foi o primeiro presidente da câmara eleito pelo Partido Democrático e o primeiro presidente da Banda Democrática 2 de Janeiro.</p>
<p>A extinção do Centro Republicano Democrático de Aldegalega, em 1922, devido a uma penhora de bens, deu à Banda Democrática o élan institucional necessário para que de mera banda de música se viesse a transformar numa associação, apropriando-se dos bens e da sede do Centro Democrático, de que fora legítima depositária, e sustentando-se nos sócios do extinto Centro, que tinham sido afinal os seus fundadores.</p>
<p>A transição foi pacífica, mas na assembleia geral realizada no dia 17 de Janeiro de 1923, os associados interrogaram-se sobre o futuro da instituição: “filha do Partido Republicano” ou um novo ente cultural e recreativo sob a égide dos princípios republicanos?</p>
<p>A discussão tinha uma razão de ser. A Banda não tinha estatutos e os defensores da posição mais radical escudavam-se na necessidade de mantê-la  ligada ao Partido Democrático como garantia que os seus ideais não seriam desvirtuados. Esclareceu então o Dr. Paulino Gomes que a essência política da Banda Democrática caía a fundo sobre a reacção clerical, que arrastava a população para uma falsa educação, ao contrário dos amigos da Banda que só pensavam na amizade dos seus semelhantes, no trabalho  e na realização dos verdadeiros princípios da democracia. Era esta essência que se pretendia salvaguardar.</p>
<p>Mas, em 1922, a Banda tinha iniciado um novo percurso, que a afastou de uma prática política radical e a conduziu à construção de uma imagem de colectividade aberta a todos os aldeanos, rumo que foi bem recebido «em geral pelo povo da nossa terra, que vendo que a orientação da nossa sociedade não era de molde a acirrar o ódio nem a alimentar discussões ou malquerenças nunca deixou de prestar auxílio à nossa banda, quando lho solicitamos, sem distinguir cores políticas ou convicções partidárias, apesar de nunca abdicarmos dos nossos princípios afectos ao Partido Republicano Português», como frisou o então director José Porfírio Ezequiel. Para corroborar as palavras do seu colega, o prestigiado sócio José Leonardo da Silva rematou: «não pode ela viver exclusivamente do Partido Democrático, que lhe deu o ser, porquanto sendo a cobrança mensal de cento e tal escudos é, no entanto, a sua despesa de trezentos e tal. Não é com o exclusivo concurso do Partido Democrático que se enchem as bancadas de um teatro, as bancadas de uma praça de touros ou as prateleiras de uma quermesse, mas sim com o valioso concurso de todos que pretendam auxiliar a Banda.». A assembleia geral acabou por ratificar o pragmatismo da direcção, que se passou a abster de «entrar colectivamente em questões políticas, não deixando contudo de demonstrar o seu republicanismo, sempre que as circunstâncias o exigissem.», e a assembleia geral extraordinária realizada no dia 21 de Junho de 1923, aprovou os Estatutos, que receberam consagração legal com o Alvará do Governo Civil de Setúbal, de 16 de Julho de 1928.</p>
<p>O Art.º 1.º daquele diploma definiu a Banda Democrática 2 de Janeiro como uma sociedade de recreio, que tinha por fim manter uma banda de música, proporcionar o ensino da música aos seus associados e filhos menores de 16 anos, de sexo masculino e proporcionar também o recreio aos seus associados por meio de récitas, concertos, sessões solenes, soirées, jogos autorizados por lei e quaisquer outras diversões que a direcção entendesse. Seguindo a lei vigente, só se podiam associar os indivíduos do sexo masculino, de boa reputação, de nacionalidade portuguesa e reconhecidamente republicanos.</p>
<p>Os estatutos eram rigorosos quanto à exigência do cumprimento dos princípios da boa moral republicana e, por isso, aos sócios que prevaricassem gravemente a direcção podia elevar a pena imposta, inscrevendo, num quadro afixado na sala da colectividade, o nome do prevaricador e a seguinte frase: “Indivíduo expulso por indigno de pertencer a uma colectividade de homens de BEM”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ruki-luki.blogspot.com/2014/01/banda-democratica-2-de-janeiro.html">http://ruki-luki.blogspot.com/2014/01/banda-democratica-2-de-janeiro.html</a></p>

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